terça-feira, 19 de junho de 2012

PRA FRENTE


O Amapá vivendo o pós, em meio a conflitos travados a ferro e fogo, lutando para que as garras do passado não voltem a segurar o timão do Estado. A repercussão da corrupção e dita e mais dita pelos ouvintes, nunca esquecida, para que torne o Estado a ter moral com o povo e não se torne farinha do mesmo saco.

As iniciativas do novo são o contrario do velho, o liberalismo corrupto ocorrido aqui foi trocado pelo Socialismo responsável, a volta da democracia inatura, diferente da democracia comprada de tempos atrás. Nesta semana os direcionadores políticos do Governo do Estado do Amapá, lançaram ao mesmo temo com o Governo Federal ações que visam o desenvolvimento regional, a ação prever investimentos para melhoria da qualidade do atendimento do Estado para com a população e o aquecimento econômico do estado com geração de emprego e renda.

A diferença esta bem aí, bem na nossa cara, não existe ditadura, a oposição é ferrenha, isso é prova, não existe arrogância, existe responsabilidade, não existe beneficio particular, existe beneficio social, não existe enriquecimento, existe desenvolvimento. A vontade do novo vai contra o vício do velho, com esta filosofia política o futuro vai ser melhor.

“Na cooperação dos indivíduos estão integrados em um campo comum desde a origem; a atividade de cada um cria novas qualidades e novos poderes que são irredutíveis à mera soma de suas contribuições individuais.” LEÓN ROZITCNER - Citando Marx em seu livro FREUD E O PROBLEMA DO PODER.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O vicio experiente e a força do novo.


Todos na vida têm oportunidades, alguns nascem com muitas e outros com poucas, muitos correm atrás dela e outros tantos desperdiçam. Os mais velhos nos aconselham a não desperdiça e o jovem tem gás pra tentar, o velho é paciente e o novo e imediato e resolutivo.

Há algum tempo atrás foi dada a oportunidade aos experientes (como sempre foi de preferência), de governarem o Amapá, pouco espaço o jovem tinha. Na ocasião a experiência foi desvirtuada para corromper o Estado e roubar o dinheiro publico. Foram diversos os escândalos, saúde, sangue sugas, educação, em todas houve atuação da PF, comprovando os desvios, mas infelizmente não os julgando. Com tudo isso, se torna claro o uso da experiência para burlar, muitos dos anciãos políticos muito inteligentes até, entretanto coniventes com o escárnio em troca de alguns milhares (e alguns ainda querem falar em Meu pirão primeiro), fizeram parte do maior saque feito aos cofres publico nos últimos 20 anos (pois é o que posso dizer com a idade que tenho).

Hoje nosso governo é jovem, é sim afobado, é sim imediatista, mas com vontade de resolver os problemas do Amapá, e merece o respeito da oportunidade, pois os mesmo que hoje dizem que o governo jovem é inexperiente e ineficiente, são aqueles que surrupiaram o Estado, que foram coniventes e que tiveram sua oportunidade de mudar o estado pra melhor e fizeram justamente o contrario, pesando apenas no enriquecimento próprio.

Anos atrás colocamos o governo do Estado nas mãos dos “políticos experientes”, e eles cometeram e se entregaram ao vicio, ao ilícito e a má gestão dos recursos públicos. Hoje temos uma gestão jovem, sonhadora e não menos competente, com poucas horas de voos sim, é claro, mas compensada com imensa vontade de resolver, de ajudar, de ganhar méritos, de deixar sua marca na história do Amapá. Com todo esse gás e alguns anos, ganharão experiência e se diferenciarão daqueles de outrora.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

QUANDO OS PODERES SÃO "HARMONICOS ENTRE SI".


CF/88. Art. 2° São poderes da União, independentes e HARMÔNICOS entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

Aí está uma discussão, nesta frase simples da Constituição Federal de 88, que fala da tripartição dos poderes, Execução, leis e justiça. Os governos fazem a papel do Executivo, As câmaras, assembleias e o congresso, o papel do Legislativo, e o Judiciário é a nossa justiça. Tais poderes são independentes um do outro, mas devem ser harmônicos. No resumo, são harmônicos no que for correto e independente na autoridade de corrigir ou evitar o prejuízo público; quem dera fosse assim!!

  Aqui no estado do Amapá, independente entre si quer dizer conflito, e harmônicos quer dizer liberdade para desviar dinheiro público. Com o PSB, o governo priorizou o equilíbrio das contas e o enxugamento dos gastos, isso criou um grande conflito no passado, entre o legislativo e o executivo, pós data, veio o PDT com a dita Harmonia, os poderes estavam harmônicos entre si, e com isso  veio o maior saque aos cofres públicos do estado do Amapá já visto, foram mais de 200 milhões apurados, fora o enriquecimento estrondoso, do dia para noite, de um clã, e da liberdade que os outros poderes tinham para manipular do jeito que quisessem os gastos públicos, levando a uma enxurrada de empresas e pessoas milionárias. Hoje é o PSB que esta na direção novamente, e enfrenta os mesmos conflitos do passado ao tentar enxugar e equilibrar os gastos, ele vem travando uma batalha com aqueles que não querem deixar o tempo da liberdade de desviar, o tempo dos “Poderes harmônicos”. O legislativo hoje tenta quase que assumir uma postura de executivo, e através de manobras inescrupulosas tenta reaver o que tinha no Governo passado, omissão com seus gastos, com vista grossa do judiciário local. O PSB, com o Governador, na pratica da boa administração, aplicando os princípios de gestão, vem fazendo o correto, quando entendemos que o atual pegou o estado saqueado, com passivos imensos, e ao fazer a boa gestão, ele feri os interesses daqueles que vinham desviando com facilidade o dinheiro público, e gera por parte da quadrilha da oposição, a indignação hipócrita. (“vamos ser harmônicos, nos deixem roubar quietos”, é a tentativa da oposição)

Desta forma, aqui nos estado, ter harmonia é ter enriquecimento ilícito, é ter desvio de dinheiro, é ter prejuízo social e financeiro, é ter saúde precária, é ter educação de péssima qualidade, a independência se faz necessária, para a boa fiscalização do uso do patrimônio e dos recursos públicos, na sua aplicação social. Abram os olhos para a corja que fez o maior saquê aos cofres do Amapá, e seus tentáculos que hoje ainda estão empreguinados na política do Estado.  

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Porque equilibrar as contas é ruim.


Ter uma saúde financeira é importante para qualquer tipo de organização, e é um grande problema quando os “colaboradores” envolvidos tem que se acostumar com a mudança que envolve recursos financeiros. Ao equilibrar as contas, diversos setores devem se adaptar as finanças, para que não prejudiquem o andamento da máquina organizacional. Hoje a grande crise política, atual cenário Amapaense, tem como uma das causas o fato do governador planejar da maneira correta os seus gastos, evitando com isso, uma carga pesada que não poderá suportar com o tempo (Administração Básica). Desta forma muitos empresários e autoridade perdem o dinheiro extra que ganham através de esquemas de desvio de dinheiro (Laranjas, orçamentos extrapolados, cargos etc.). E na política o povo pode morrer, mas o mau político não pode ficar sem dinheiro. E esta é uma das causas da crise política no estado do Amapá, o governo ta tentando se equilibrar, enquanto o restante ou quer a volta da “harmonia” dos gastos desenfreados ou quer arrombar os cofres públicos de alguma forma.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Amapá, O mal da liderança.


A liderança estabelece direção, alinha pessoas e objetivos, motiva, inspira, ela pode estar focada na recompensa ou na mudança visionaria, esta ligada a inovação, originalidade, desenvolvimento, concentrada na pessoa e nas relações de confiança etc. A liderança é todas essas características e um pouco mais de subjetividade, e hoje sofremos o mal da sua falta e o mal de seu excesso hipócrita.

            Vou precisar falar um pouco do ambiente político e administrativo público vivido no Amapá, desde alguns anos atrás há uma farra da administração pública, escancarada e desmedida, pelos poderes legislativo, executivo e judiciário, Fraudes licitatórias, desvios de recursos, formação de quadrilha, jogos de influência, MMX-AngloAmerican-EIKEBATISTA-FerroviaSANTANASERRADONAVIO, propina, envolvimento do TCE-AP, prisões de Governador, ex-governador, deputados, conselheiros de tribunais, acobertamento e intervenção tendenciosa do judiciário do estado, verba indenizatória, diárias, assessores fantasmas, favorecimento de empresas privadas ligadas a parentes de políticos, são inúmeras ilegalidades avistadas, entretanto não julgadas logo resultando em não comprovação.

            Cabe perguntar a si de como os políticos, que são os agentes articuladores de toda a corrupção mencionada à cima, estão em seus cargos públicos? A maioria dos políticos que estão envolvidos nos escândalos são Lideres, com características fortes, Liderança hipócrita ou não, eles são lideres sim. Hoje vivemos este cenário político-administrativo por grande influencia desta liderança infame, mentirosa, oportunista, com fome de poder e riqueza e não de soluções sociais regionalizadas, o que causa um grande dano a população amapaense, que fica largada a falta de saneamento, energia, a desigualdade social, desemprego, falta de infraestrutura, segurança precária etc. Mas o Amapá possui grandes lideres, e potenciais lideres, entretanto, eles pensam duas vezes antes te tentar assumir uma vida política, pois sabem que e quase que impossível “entrar na lama sem se sujar”, e pra não verem seus conceitos, moral e reputação em frangalhos, preferem ficar na sombra, e alimentando a ânsia daqueles que sabem e acreditam que tal líder pode fazer a diferença.

            O Amapá foi sim vitima de uma liderança, parte dela comprada, essas lideranças enganaram seus liderados, e os levaram ao abismo da crise social-política estabelecida no Estado. Os liderados que ainda acreditam são aqueles que seguem o conceito da liderança Transacional, que quer dizer: Liderança estabelecida por recompensas. Os lideres da casa legislativa estão levando o estado à derrocada, ao abismo, os poderes padecem da falta, e o Amapá precisa neste momento de LIDERES TRANSFORMADORES, que sejam visionários e que conduzam a mudança certa e não a uma farsa.

quinta-feira, 8 de março de 2012

A demência da oposição politica no Amapá


A pouco mais de um ano os pólos políticos do Amapá se inveteram causando um efeito devastador na política do estado, aqueles que estavam excluídos e considerados mortos politicamente voltaram ao poder, pois no final do mandato anterior, a Polícia Federal executou a operação mãos-limpas, prendendo o Governador e o ex-governador por desvio de mais de 200 milhões de reais, o que mostrou a sociedade a quantia que estava sendo roubada e seus responsáveis.
Com a vitória e a volta da oposição morta ao poder, o estado, que se encontrava na conivência total com os escândalos e vivia a fortuna dos parentes do poder, entrou em colapso. Primeiro foram cortadas as regalias, depois desmontados os esquemas, e finalmente a torneira fechou para os detentores do poder anterior. É neste momento que começa o desespero, a oligarquia acabou e a era da oposição do desespero chegou. Aqueles que antes foram acusados de fraudes hoje estão fazendo oposição a qualquer preço.
Em primeiro caso na tentativa de copiar o “governo paralelo de LULA”, em Macapá foi criado o “governo paralelo do Gilvam Borges”, infringindo as leis usando como motivo o atendimento social, o que é uma atitude claramente política, pois ele teve o tempo do mundo como senador para fazer isso e não fez. A oposição se tornou medonha, sem sentido, como se fosse uma discussão em que o grito vence. O clã da mídia estadual faz o tipo lavagem cerebral tipo igreja universal, no grito, em edições de imagem e agora mais recente com falsificações de documentos. A demência atingiu a oposição, o desespero em tentar desequilibrar e impedir a gestão atual tornou-se clara e sem vergonha alguma.
Com toda a justiça eleitoral Brasileira, uma pessoa tentar ser governador sem eleição e motivar a falsificação de documentos e publicar em rede estadual, sendo apoiado pelos ilhados políticos, é demência.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O ato de votar.

O direito de votar, sufrágio universal, o ato de votar é ação na qual se escolhe um ou mais representantes nas câmaras municipais e estaduais, os chefes dos executivos municipais e estaduais, nas câmaras federais e chefes do executivo nacional entre outros. A grande questão é como escolher um bom representante, na atual conjuntura política do país, que esta desacreditada pelo fato de a corrupção nunca acabar.

O cidadão com certa idade é obrigado a votar, mesmo que seja em branco ou nulo, ele é obrigado a ir à urna eleitoral e finalizar e direcionar seu voto. Não é uma tarefa fácil, para quem ainda tem sensatez política, pois os infames que se recandidatam estão corrompidos na maior clareza sínica a qual o poder competente de arbitrar contra, mesmo sabendo das “maracutaias”, são omissos ou também estão “maracuteando”; e os emergentes que estão fadados a corrupção passiva ganhando pelo R$cala-te bocaR$, ou pela ativa, como agente pensante de desvios e articulações maliciosas. Além de predestinados a corrupção, a de se tentar entender a ascensão destes emergentes, que na maioria dos casos é obscura, repleta de brechas no mínimo suspeitas. Em resumo, quem rouba continua roubando e quem não rouba quer uma oportunidade para roubar.

É uma verdadeira situação de “sinuca de bico”, é escolher entre o pé ou a mão para dar a palmatória, isso mais uma vez insisto, para quem tem sensatez política e pensa realmente em um país melhor. Eu, em um raro momento, pensei, a única saída é votar em um sentido em que beneficie diversas lideranças ideológicas, não deixando o poder majoritário, e sim difuso, bem separado, e rezar para que, entre si eles não façam acordos onde o poder se torne da maioria, em ato informal.  Mas qual o motivo desta opinião? É simples, quando o poder está separado, as esquerdas e direitas são claras, a corrupção fica mais difícil de ocorrer (levando em consideração que não aja acordos), por mais que ocorram os desvios de recursos, eles serão menores do que se fosse de outra forma, seria mais como uma prevenção, contra um mal que é atualmente, irremediável.

P.S. Nunca venda seu voto, eles compram por 50 reais e lucram 10.000,00 reais sem retorno pra você.