sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Não é preciso ser mestre para entender!


Passei a infância vendo filmes americanos que mostravam a beleza das cidades dos Estados Unidos, casas bonitas, ruas asfaltadas, praças, calçadas impecáveis, uma organização municipal exemplar. Mas a minha cidade é uma bagunça.

Fico me perguntando o motivo pelo qual a minha cidade não poderia ser igual aquela dos filmes da minha infância, é claro que hoje eu entendo todos os motivos econômicos, o Brasil era uma país em crescimento, mas hoje não vejo uma desculpa para tanta falta de organização por aqui, a não ser a grande corrupção que afeta esse país.

Qualquer analfabeto sabe o preço de 1 metro de areia, uma saca de cimento, do serviço de um pedreiro etc. e que a maioria das obras do serviço público é superfaturada. Grande parte dos municípios brasileiros tem recursos pra deixar sua cidade organizada, limpa, bonita, mais ao invés de fazerem isso os governantes municipais aproveitam pra desvias os recursos para suas campanhas eleitorais, para favorecer um financiador e para seu próprio bolso. Às vezes, só às vezes, eu não consigo entender o motivo dos governantes não aplicarem todo o recurso nas cidades, deixado-as lindas, limpas organizadas, fazendo com que a população tenha qualidade de vida, pois se sabe que uma área que é limpa e possui jardins e espaços públicos bem estruturados melhora a autoestima do cidadão, melhorando sua qualidade de vida. Mas eu lembro que o ser humano é ganancioso e acaba por querer ter o melhor conforto na vida, mesmo que para isso deixe o resto da população sem nada, que nada mais é que o caso da maioria dos políticos.

Eu espero que um dia eu veja minha própria cidade nos moldes daqueles filmes que vi quando criança e que ao visitar outros municípios do meu estado(AP), aprecie pequenas cidades sendo bem cuidadas, pavimentadas, saneadas e organizadas, pois hoje não há desculpa para o caos que se encontrar os pequenos municípios se não o desvio de dinheiro público, e que a cultura de cuidar só de si e o resto que se vire acabe.

 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Veja quanto a PREFEITURA DE MACAPÁ recebeu em transferências constitucionais este ano.

Município: Macapá
UF: AP
Ano: 2012

Mês FPM ITR IOF LC 87/96 LC 87/96-1579 CIDE FEX FUNDEF FUNDEB Total
01
10.694.552,08 765,96 0,00 69.340,07 0,00 250.011,75 0,00 0,00 7.038.217,53 18.052.887,39
02
12.936.685,37 1.904,38 0,00 69.340,07 0,00 0,00 0,00 0,00 8.053.353,85 21.061.283,67
03
8.786.075,34 1.309,17 0,00 69.340,07 0,00 0,00 0,00 0,00 6.276.106,22 15.132.830,80
04
11.073.336,66 425,37 0,00 69.340,07 0,00 165.907,99 0,00 0,00 7.241.288,04 18.550.298,13
05
12.384.743,51 221,16 0,00 69.340,07 0,00 0,00 0,00 0,00 7.747.136,84 20.201.441,58
06
10.568.507,61 2.625,41 0,00 69.340,07 0,00 0,00 0,00 0,00 7.085.351,99 17.725.825,08
07
4.878.220,20 181,70 0,00 0,00 0,00 182.151,92 0,00 0,00 3.028.460,80 8.089.014,62
71.322.120,77 7.433,15 0,00 416.040,42 0,00 598.071,66 0,00 0,00 46.469.915,27 118.813.581,27

A partir de 1998, dos valores do FPM, FPE, IPI-Exportação e ICMS LC 87/96, já está descontada a parcela de 15 % (quinze por cento) destinada ao FUNDEF.

A partir 2007, dos valores do FPM, FPE, IPI-Exportação e ICMS LC 87/96 e do ITR, já estão descontados da parcela destinada ao FUNDEB.

Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional

segunda-feira, 2 de julho de 2012

É o que eu acho.


Ano eleitoral, o Amapá fervendo em especulações políticas, alguns até podem dizer que é a eleição mais acirrada que já houve, mas não concordo, concordo em dizer que é a mais tumultuada. As campanhas estão indo de vento em polpa, com previsão de chuvas e trovões, mas irão acabar com Sol e brisa.

Neste jogo político ha diversos lados e varias estratégias, entre elas as mentiras, calúnias, difamação e etc. Isso é de praxe. O que mais tumultua esta campanha eleitoral é a briga acirrada entre o poder executivo e o legislativo, por um fato, imoralidade e suspeitas fortes de fraude e desvio de recursos públicos, fatos apurados pelo Ministério Publico do Estado do Amapá e PF. Moral da história é que de um lado tem um poder que quer voltar de qualquer forma a gestão publica, este lado é mesmo lado que esta aguardando julgamento por desvios de mais de 200 milhões de reais e três operações da policia federal, do mesmo lado ainda tem os eleitos do legislativo, que por sua vez estão sendo acusados de fraudar documentos públicos e licitações, e de desviar aproximadamente 6 milhões de reais da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, sem contar com um ato incomum no País, poder receber até 100 mil reais por mês em verba indenizatória, cada deputa tinha o direito, e por livre e espontânea pressão, foi diminuída para 50 mil, o que ainda é a maior do Brasil. (Para um Estado tão pobre)

Do outro lado do poder, há uma gestão responsável, lutando contra um império radio televisivo, financiada pela oposição. O governo PSB, comandado por Camilo Capiberibe, é claramente uma gestão equilibrada, faz isso ao tentar a todo custo equalizar as contas deixadas pela gestão passada. A responsabilidade na gestão atual é premissa básica, e procura um desenvolvimento sustentável para o Estado, procurando o desenvolvimento real e a solução efetiva para dar melhor qualidade de vida às classes sociais menos favorecidas, a longo prazo.

Eu preciso de muitas linhas pra explicar todas as mazelas que podem acontecer com a gestão nas GARRAS de candidatos envolvidos em fraudes e desvio de recurso publico, e de poucas linhas para dizer o benéfico que é continuar na gestão PSB, que esta fazendo o certo administrativamente, dentro das suas possibilidades.

terça-feira, 19 de junho de 2012

PRA FRENTE


O Amapá vivendo o pós, em meio a conflitos travados a ferro e fogo, lutando para que as garras do passado não voltem a segurar o timão do Estado. A repercussão da corrupção e dita e mais dita pelos ouvintes, nunca esquecida, para que torne o Estado a ter moral com o povo e não se torne farinha do mesmo saco.

As iniciativas do novo são o contrario do velho, o liberalismo corrupto ocorrido aqui foi trocado pelo Socialismo responsável, a volta da democracia inatura, diferente da democracia comprada de tempos atrás. Nesta semana os direcionadores políticos do Governo do Estado do Amapá, lançaram ao mesmo temo com o Governo Federal ações que visam o desenvolvimento regional, a ação prever investimentos para melhoria da qualidade do atendimento do Estado para com a população e o aquecimento econômico do estado com geração de emprego e renda.

A diferença esta bem aí, bem na nossa cara, não existe ditadura, a oposição é ferrenha, isso é prova, não existe arrogância, existe responsabilidade, não existe beneficio particular, existe beneficio social, não existe enriquecimento, existe desenvolvimento. A vontade do novo vai contra o vício do velho, com esta filosofia política o futuro vai ser melhor.

“Na cooperação dos indivíduos estão integrados em um campo comum desde a origem; a atividade de cada um cria novas qualidades e novos poderes que são irredutíveis à mera soma de suas contribuições individuais.” LEÓN ROZITCNER - Citando Marx em seu livro FREUD E O PROBLEMA DO PODER.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O vicio experiente e a força do novo.


Todos na vida têm oportunidades, alguns nascem com muitas e outros com poucas, muitos correm atrás dela e outros tantos desperdiçam. Os mais velhos nos aconselham a não desperdiça e o jovem tem gás pra tentar, o velho é paciente e o novo e imediato e resolutivo.

Há algum tempo atrás foi dada a oportunidade aos experientes (como sempre foi de preferência), de governarem o Amapá, pouco espaço o jovem tinha. Na ocasião a experiência foi desvirtuada para corromper o Estado e roubar o dinheiro publico. Foram diversos os escândalos, saúde, sangue sugas, educação, em todas houve atuação da PF, comprovando os desvios, mas infelizmente não os julgando. Com tudo isso, se torna claro o uso da experiência para burlar, muitos dos anciãos políticos muito inteligentes até, entretanto coniventes com o escárnio em troca de alguns milhares (e alguns ainda querem falar em Meu pirão primeiro), fizeram parte do maior saque feito aos cofres publico nos últimos 20 anos (pois é o que posso dizer com a idade que tenho).

Hoje nosso governo é jovem, é sim afobado, é sim imediatista, mas com vontade de resolver os problemas do Amapá, e merece o respeito da oportunidade, pois os mesmo que hoje dizem que o governo jovem é inexperiente e ineficiente, são aqueles que surrupiaram o Estado, que foram coniventes e que tiveram sua oportunidade de mudar o estado pra melhor e fizeram justamente o contrario, pesando apenas no enriquecimento próprio.

Anos atrás colocamos o governo do Estado nas mãos dos “políticos experientes”, e eles cometeram e se entregaram ao vicio, ao ilícito e a má gestão dos recursos públicos. Hoje temos uma gestão jovem, sonhadora e não menos competente, com poucas horas de voos sim, é claro, mas compensada com imensa vontade de resolver, de ajudar, de ganhar méritos, de deixar sua marca na história do Amapá. Com todo esse gás e alguns anos, ganharão experiência e se diferenciarão daqueles de outrora.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

QUANDO OS PODERES SÃO "HARMONICOS ENTRE SI".


CF/88. Art. 2° São poderes da União, independentes e HARMÔNICOS entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

Aí está uma discussão, nesta frase simples da Constituição Federal de 88, que fala da tripartição dos poderes, Execução, leis e justiça. Os governos fazem a papel do Executivo, As câmaras, assembleias e o congresso, o papel do Legislativo, e o Judiciário é a nossa justiça. Tais poderes são independentes um do outro, mas devem ser harmônicos. No resumo, são harmônicos no que for correto e independente na autoridade de corrigir ou evitar o prejuízo público; quem dera fosse assim!!

  Aqui no estado do Amapá, independente entre si quer dizer conflito, e harmônicos quer dizer liberdade para desviar dinheiro público. Com o PSB, o governo priorizou o equilíbrio das contas e o enxugamento dos gastos, isso criou um grande conflito no passado, entre o legislativo e o executivo, pós data, veio o PDT com a dita Harmonia, os poderes estavam harmônicos entre si, e com isso  veio o maior saque aos cofres públicos do estado do Amapá já visto, foram mais de 200 milhões apurados, fora o enriquecimento estrondoso, do dia para noite, de um clã, e da liberdade que os outros poderes tinham para manipular do jeito que quisessem os gastos públicos, levando a uma enxurrada de empresas e pessoas milionárias. Hoje é o PSB que esta na direção novamente, e enfrenta os mesmos conflitos do passado ao tentar enxugar e equilibrar os gastos, ele vem travando uma batalha com aqueles que não querem deixar o tempo da liberdade de desviar, o tempo dos “Poderes harmônicos”. O legislativo hoje tenta quase que assumir uma postura de executivo, e através de manobras inescrupulosas tenta reaver o que tinha no Governo passado, omissão com seus gastos, com vista grossa do judiciário local. O PSB, com o Governador, na pratica da boa administração, aplicando os princípios de gestão, vem fazendo o correto, quando entendemos que o atual pegou o estado saqueado, com passivos imensos, e ao fazer a boa gestão, ele feri os interesses daqueles que vinham desviando com facilidade o dinheiro público, e gera por parte da quadrilha da oposição, a indignação hipócrita. (“vamos ser harmônicos, nos deixem roubar quietos”, é a tentativa da oposição)

Desta forma, aqui nos estado, ter harmonia é ter enriquecimento ilícito, é ter desvio de dinheiro, é ter prejuízo social e financeiro, é ter saúde precária, é ter educação de péssima qualidade, a independência se faz necessária, para a boa fiscalização do uso do patrimônio e dos recursos públicos, na sua aplicação social. Abram os olhos para a corja que fez o maior saquê aos cofres do Amapá, e seus tentáculos que hoje ainda estão empreguinados na política do Estado.  

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Porque equilibrar as contas é ruim.


Ter uma saúde financeira é importante para qualquer tipo de organização, e é um grande problema quando os “colaboradores” envolvidos tem que se acostumar com a mudança que envolve recursos financeiros. Ao equilibrar as contas, diversos setores devem se adaptar as finanças, para que não prejudiquem o andamento da máquina organizacional. Hoje a grande crise política, atual cenário Amapaense, tem como uma das causas o fato do governador planejar da maneira correta os seus gastos, evitando com isso, uma carga pesada que não poderá suportar com o tempo (Administração Básica). Desta forma muitos empresários e autoridade perdem o dinheiro extra que ganham através de esquemas de desvio de dinheiro (Laranjas, orçamentos extrapolados, cargos etc.). E na política o povo pode morrer, mas o mau político não pode ficar sem dinheiro. E esta é uma das causas da crise política no estado do Amapá, o governo ta tentando se equilibrar, enquanto o restante ou quer a volta da “harmonia” dos gastos desenfreados ou quer arrombar os cofres públicos de alguma forma.