segunda-feira, 4 de junho de 2012

O vicio experiente e a força do novo.


Todos na vida têm oportunidades, alguns nascem com muitas e outros com poucas, muitos correm atrás dela e outros tantos desperdiçam. Os mais velhos nos aconselham a não desperdiça e o jovem tem gás pra tentar, o velho é paciente e o novo e imediato e resolutivo.

Há algum tempo atrás foi dada a oportunidade aos experientes (como sempre foi de preferência), de governarem o Amapá, pouco espaço o jovem tinha. Na ocasião a experiência foi desvirtuada para corromper o Estado e roubar o dinheiro publico. Foram diversos os escândalos, saúde, sangue sugas, educação, em todas houve atuação da PF, comprovando os desvios, mas infelizmente não os julgando. Com tudo isso, se torna claro o uso da experiência para burlar, muitos dos anciãos políticos muito inteligentes até, entretanto coniventes com o escárnio em troca de alguns milhares (e alguns ainda querem falar em Meu pirão primeiro), fizeram parte do maior saque feito aos cofres publico nos últimos 20 anos (pois é o que posso dizer com a idade que tenho).

Hoje nosso governo é jovem, é sim afobado, é sim imediatista, mas com vontade de resolver os problemas do Amapá, e merece o respeito da oportunidade, pois os mesmo que hoje dizem que o governo jovem é inexperiente e ineficiente, são aqueles que surrupiaram o Estado, que foram coniventes e que tiveram sua oportunidade de mudar o estado pra melhor e fizeram justamente o contrario, pesando apenas no enriquecimento próprio.

Anos atrás colocamos o governo do Estado nas mãos dos “políticos experientes”, e eles cometeram e se entregaram ao vicio, ao ilícito e a má gestão dos recursos públicos. Hoje temos uma gestão jovem, sonhadora e não menos competente, com poucas horas de voos sim, é claro, mas compensada com imensa vontade de resolver, de ajudar, de ganhar méritos, de deixar sua marca na história do Amapá. Com todo esse gás e alguns anos, ganharão experiência e se diferenciarão daqueles de outrora.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

QUANDO OS PODERES SÃO "HARMONICOS ENTRE SI".


CF/88. Art. 2° São poderes da União, independentes e HARMÔNICOS entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

Aí está uma discussão, nesta frase simples da Constituição Federal de 88, que fala da tripartição dos poderes, Execução, leis e justiça. Os governos fazem a papel do Executivo, As câmaras, assembleias e o congresso, o papel do Legislativo, e o Judiciário é a nossa justiça. Tais poderes são independentes um do outro, mas devem ser harmônicos. No resumo, são harmônicos no que for correto e independente na autoridade de corrigir ou evitar o prejuízo público; quem dera fosse assim!!

  Aqui no estado do Amapá, independente entre si quer dizer conflito, e harmônicos quer dizer liberdade para desviar dinheiro público. Com o PSB, o governo priorizou o equilíbrio das contas e o enxugamento dos gastos, isso criou um grande conflito no passado, entre o legislativo e o executivo, pós data, veio o PDT com a dita Harmonia, os poderes estavam harmônicos entre si, e com isso  veio o maior saque aos cofres públicos do estado do Amapá já visto, foram mais de 200 milhões apurados, fora o enriquecimento estrondoso, do dia para noite, de um clã, e da liberdade que os outros poderes tinham para manipular do jeito que quisessem os gastos públicos, levando a uma enxurrada de empresas e pessoas milionárias. Hoje é o PSB que esta na direção novamente, e enfrenta os mesmos conflitos do passado ao tentar enxugar e equilibrar os gastos, ele vem travando uma batalha com aqueles que não querem deixar o tempo da liberdade de desviar, o tempo dos “Poderes harmônicos”. O legislativo hoje tenta quase que assumir uma postura de executivo, e através de manobras inescrupulosas tenta reaver o que tinha no Governo passado, omissão com seus gastos, com vista grossa do judiciário local. O PSB, com o Governador, na pratica da boa administração, aplicando os princípios de gestão, vem fazendo o correto, quando entendemos que o atual pegou o estado saqueado, com passivos imensos, e ao fazer a boa gestão, ele feri os interesses daqueles que vinham desviando com facilidade o dinheiro público, e gera por parte da quadrilha da oposição, a indignação hipócrita. (“vamos ser harmônicos, nos deixem roubar quietos”, é a tentativa da oposição)

Desta forma, aqui nos estado, ter harmonia é ter enriquecimento ilícito, é ter desvio de dinheiro, é ter prejuízo social e financeiro, é ter saúde precária, é ter educação de péssima qualidade, a independência se faz necessária, para a boa fiscalização do uso do patrimônio e dos recursos públicos, na sua aplicação social. Abram os olhos para a corja que fez o maior saquê aos cofres do Amapá, e seus tentáculos que hoje ainda estão empreguinados na política do Estado.  

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Porque equilibrar as contas é ruim.


Ter uma saúde financeira é importante para qualquer tipo de organização, e é um grande problema quando os “colaboradores” envolvidos tem que se acostumar com a mudança que envolve recursos financeiros. Ao equilibrar as contas, diversos setores devem se adaptar as finanças, para que não prejudiquem o andamento da máquina organizacional. Hoje a grande crise política, atual cenário Amapaense, tem como uma das causas o fato do governador planejar da maneira correta os seus gastos, evitando com isso, uma carga pesada que não poderá suportar com o tempo (Administração Básica). Desta forma muitos empresários e autoridade perdem o dinheiro extra que ganham através de esquemas de desvio de dinheiro (Laranjas, orçamentos extrapolados, cargos etc.). E na política o povo pode morrer, mas o mau político não pode ficar sem dinheiro. E esta é uma das causas da crise política no estado do Amapá, o governo ta tentando se equilibrar, enquanto o restante ou quer a volta da “harmonia” dos gastos desenfreados ou quer arrombar os cofres públicos de alguma forma.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Amapá, O mal da liderança.


A liderança estabelece direção, alinha pessoas e objetivos, motiva, inspira, ela pode estar focada na recompensa ou na mudança visionaria, esta ligada a inovação, originalidade, desenvolvimento, concentrada na pessoa e nas relações de confiança etc. A liderança é todas essas características e um pouco mais de subjetividade, e hoje sofremos o mal da sua falta e o mal de seu excesso hipócrita.

            Vou precisar falar um pouco do ambiente político e administrativo público vivido no Amapá, desde alguns anos atrás há uma farra da administração pública, escancarada e desmedida, pelos poderes legislativo, executivo e judiciário, Fraudes licitatórias, desvios de recursos, formação de quadrilha, jogos de influência, MMX-AngloAmerican-EIKEBATISTA-FerroviaSANTANASERRADONAVIO, propina, envolvimento do TCE-AP, prisões de Governador, ex-governador, deputados, conselheiros de tribunais, acobertamento e intervenção tendenciosa do judiciário do estado, verba indenizatória, diárias, assessores fantasmas, favorecimento de empresas privadas ligadas a parentes de políticos, são inúmeras ilegalidades avistadas, entretanto não julgadas logo resultando em não comprovação.

            Cabe perguntar a si de como os políticos, que são os agentes articuladores de toda a corrupção mencionada à cima, estão em seus cargos públicos? A maioria dos políticos que estão envolvidos nos escândalos são Lideres, com características fortes, Liderança hipócrita ou não, eles são lideres sim. Hoje vivemos este cenário político-administrativo por grande influencia desta liderança infame, mentirosa, oportunista, com fome de poder e riqueza e não de soluções sociais regionalizadas, o que causa um grande dano a população amapaense, que fica largada a falta de saneamento, energia, a desigualdade social, desemprego, falta de infraestrutura, segurança precária etc. Mas o Amapá possui grandes lideres, e potenciais lideres, entretanto, eles pensam duas vezes antes te tentar assumir uma vida política, pois sabem que e quase que impossível “entrar na lama sem se sujar”, e pra não verem seus conceitos, moral e reputação em frangalhos, preferem ficar na sombra, e alimentando a ânsia daqueles que sabem e acreditam que tal líder pode fazer a diferença.

            O Amapá foi sim vitima de uma liderança, parte dela comprada, essas lideranças enganaram seus liderados, e os levaram ao abismo da crise social-política estabelecida no Estado. Os liderados que ainda acreditam são aqueles que seguem o conceito da liderança Transacional, que quer dizer: Liderança estabelecida por recompensas. Os lideres da casa legislativa estão levando o estado à derrocada, ao abismo, os poderes padecem da falta, e o Amapá precisa neste momento de LIDERES TRANSFORMADORES, que sejam visionários e que conduzam a mudança certa e não a uma farsa.

quinta-feira, 8 de março de 2012

A demência da oposição politica no Amapá


A pouco mais de um ano os pólos políticos do Amapá se inveteram causando um efeito devastador na política do estado, aqueles que estavam excluídos e considerados mortos politicamente voltaram ao poder, pois no final do mandato anterior, a Polícia Federal executou a operação mãos-limpas, prendendo o Governador e o ex-governador por desvio de mais de 200 milhões de reais, o que mostrou a sociedade a quantia que estava sendo roubada e seus responsáveis.
Com a vitória e a volta da oposição morta ao poder, o estado, que se encontrava na conivência total com os escândalos e vivia a fortuna dos parentes do poder, entrou em colapso. Primeiro foram cortadas as regalias, depois desmontados os esquemas, e finalmente a torneira fechou para os detentores do poder anterior. É neste momento que começa o desespero, a oligarquia acabou e a era da oposição do desespero chegou. Aqueles que antes foram acusados de fraudes hoje estão fazendo oposição a qualquer preço.
Em primeiro caso na tentativa de copiar o “governo paralelo de LULA”, em Macapá foi criado o “governo paralelo do Gilvam Borges”, infringindo as leis usando como motivo o atendimento social, o que é uma atitude claramente política, pois ele teve o tempo do mundo como senador para fazer isso e não fez. A oposição se tornou medonha, sem sentido, como se fosse uma discussão em que o grito vence. O clã da mídia estadual faz o tipo lavagem cerebral tipo igreja universal, no grito, em edições de imagem e agora mais recente com falsificações de documentos. A demência atingiu a oposição, o desespero em tentar desequilibrar e impedir a gestão atual tornou-se clara e sem vergonha alguma.
Com toda a justiça eleitoral Brasileira, uma pessoa tentar ser governador sem eleição e motivar a falsificação de documentos e publicar em rede estadual, sendo apoiado pelos ilhados políticos, é demência.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O ato de votar.

O direito de votar, sufrágio universal, o ato de votar é ação na qual se escolhe um ou mais representantes nas câmaras municipais e estaduais, os chefes dos executivos municipais e estaduais, nas câmaras federais e chefes do executivo nacional entre outros. A grande questão é como escolher um bom representante, na atual conjuntura política do país, que esta desacreditada pelo fato de a corrupção nunca acabar.

O cidadão com certa idade é obrigado a votar, mesmo que seja em branco ou nulo, ele é obrigado a ir à urna eleitoral e finalizar e direcionar seu voto. Não é uma tarefa fácil, para quem ainda tem sensatez política, pois os infames que se recandidatam estão corrompidos na maior clareza sínica a qual o poder competente de arbitrar contra, mesmo sabendo das “maracutaias”, são omissos ou também estão “maracuteando”; e os emergentes que estão fadados a corrupção passiva ganhando pelo R$cala-te bocaR$, ou pela ativa, como agente pensante de desvios e articulações maliciosas. Além de predestinados a corrupção, a de se tentar entender a ascensão destes emergentes, que na maioria dos casos é obscura, repleta de brechas no mínimo suspeitas. Em resumo, quem rouba continua roubando e quem não rouba quer uma oportunidade para roubar.

É uma verdadeira situação de “sinuca de bico”, é escolher entre o pé ou a mão para dar a palmatória, isso mais uma vez insisto, para quem tem sensatez política e pensa realmente em um país melhor. Eu, em um raro momento, pensei, a única saída é votar em um sentido em que beneficie diversas lideranças ideológicas, não deixando o poder majoritário, e sim difuso, bem separado, e rezar para que, entre si eles não façam acordos onde o poder se torne da maioria, em ato informal.  Mas qual o motivo desta opinião? É simples, quando o poder está separado, as esquerdas e direitas são claras, a corrupção fica mais difícil de ocorrer (levando em consideração que não aja acordos), por mais que ocorram os desvios de recursos, eles serão menores do que se fosse de outra forma, seria mais como uma prevenção, contra um mal que é atualmente, irremediável.

P.S. Nunca venda seu voto, eles compram por 50 reais e lucram 10.000,00 reais sem retorno pra você.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Do Anonymous para a OTAN

▪▪▪ Leia a íntegra da carta que o grupo hacker escreveu em resposta ao texto da Organização do Tratado do Atlântico Norte
Começou com o relator-geral do Reino Unido publicando um relatório no site da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em que fala sobre como “A revolução de informação atualmente em curso apresenta uma série de desafios políticos, culturais, econômicos e de até de segurança nacional”.
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No texto, a Organização declara abertamente os hackerativistas do Anonymous como uma ameaça – pois o grupo “está cada vez mais sofisticado e poderia invadir arquivos delicados do governo, de militares e de empresas” – e cita casos em que o coletivo hacker provou sua força: a derrubada dos sistemas de empresas como Visa, Mastercard, PayPal e Amazon, que de alguma forma prejudicaram o site WikiLeaks quando pressionados, e a invasão dos servidores da empresa de tecnologia de segurança HBGary, que vende produtos para o governo norte-americano.
Na sexta-feira, 10, mesmo dia em que a polícia espanhola afirmou que ter desarticulado a cúpula do grupo após uma série de prisões, o Anonymous respondeu à OTAN com uma carta aberta:

“Em uma recente publicação, vocês destacaram o Anonymous como ameaça ao ‘governo e ao povo’. Vocês também alegaram que sigilo é ‘um mal necessário’ e que transparência nem sempre é o caminho certo a seguir.
O Anonymous gostaria de lembrá-los que o governo e o povo são, ao contrário do que dizem os supostos fundamentos da ‘democracia’, entidades distintas com objetivos e desejos conflitantes, às vezes. A posição do Anonymous é a de que, quando há um conflito de interesses entre o governo e as pessoas, é a vontade do povo que deve prevalecer.  A única ameaça que a transparência oferece aos governos é a ameaça da capacidade de os governos agirem de uma forma que as pessoas discordariam, sem ter que arcar com as consequências democráticas e a responsabilização por tal comportamento.
Seu próprio relatório cita um perfeito exemplo disso, o ataque do Anonymous à HBGary (empresa de tecnologia ligada ao governo norte-americano). Se a HBGary estava agindo em nome da segurança ou do ganho militar é irrelevante – suas ações foram ilegais e moralmente repreensíveis. O Anonymous não aceita que o governo e/ou  os militares tenham o direito de estar acima da lei e de usar o falso clichê da ‘segurança nacional’ para justificar atividades ilegais e enganosas. Se o governo deve quebrar as leis, ele deve também estar disposto a aceitar as consequências democráticas disso nas urnas. Nós não aceitamos o atual status quo em que um governo pode contar uma história para o povo e outra em particular. Desonestidade e sigilo comprometem completamente o conceito de auto governo. Como as pessoas podem julgar em quem votar se elas não estiverem completamente conscientes de quais políticas os políticos estão realmente seguindo?
Quando um governo é eleito, ele se diz ‘representante’ da nação que governa. Isso significa, essencialmente, que as ações de um governo não são as ações das pessoas do governo, mas que são ações tomadas em nome de cada cidadão daquele país. É inaceitável uma situação em que as pessoas estão, em muitos casos, totalmente não cientes do que está sendo dito e feito em seu nome – por trás de portas fechadas.
Anonymous e Wikileaks são entidades distintas. As ações do Anonymous não tiveram ajuda nem foram requisitadas pelo WikiLeaks. No entanto, Anonymous e WikiLeaks compartilham um atributo comum: eles não são uma ameaça a organização alguma – a menos que tal organização esteja fazendo alguma coisa errada e tentando fugir dela.
Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar qualquer nação.
Nós apenas queremos tirar o poder investido e dá-lo de volta ao povo – que, em uma democracia, nunca deveria ter perdido isso, em primeiro lugar.
O governo faz a lei. Isso não dá a eles o direito de violá-las. Se o governo não estava fazendo nada clandestinamente ou ilegal, não haveria nada ‘embaraçoso’ sobre as revelações do WikiLeaks, nem deveria haver um escândalo vindo da HBGary. Os escândalos resultantes não foram um resultado das revelações do Anonymous ou  do WikiLeaks, eles foram um resultado do conteúdo dessas revelações. E a responsabilidade pelo conteúdo deve recair somente na porta dos políticos que, como qualquer entidade corrupta, ingenuinamente acreditam que estão acima da lei e que não seriam pegos.
Muitos comentários do governo e das empresas estão sendo dedicados a “como eles podem evitar tais vazamentos no futuro”. Tais recomendações vão desde melhorar a segurança, até baixar os níveis de autorização de acesso a informações; desde de penas mais duras para os denunciantes, até a censura à imprensa.
Nossa mensagem é simples: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada. Não violem as regras e vocês não terão que se preocupar com os apuros que enfrentarão por causa disso.
Não tentem consertar suas duas caras escondendo uma delas. Em vez disso, tentem ter só um rosto – um honesto, aberto e democrático.
Vocês sabem que vocês não nos temem porque somos uma ameaça para a sociedade. Vocês nos temem porque nós somos uma ameaça à hierarquia estabelecida. O Anonymous vem provando nos últimos que uma hierarquia não é necessária para se atingir o progresso – talvez o que vocês realmente temam em nós seja a percepção de sua própria irrelevância em uma era em que a dependência em vocês foi superada. Seu verdadeiro terror não está em um coletivo de ativistas, mas no fato de que vocês e tudo aquilo que vocês defendem, pelas mudanças e pelo avanço da tecnologia, são, agora, necessidades excedentes.
Finalmente, não cometam o erro de desafiar o Anonymous. Não cometam o erro de acreditar que vocês podem cortar a cabeça de uma cobra decapitada. Se você corta uma cabeça da Hidra, dez outras cabeças irão crescer em seu lugar. Se você cortar um Anon, dez outros irão se juntar a nós  por pura raiva de vocês atropelarem que se coloca contra vocês.
Sua única chance de enfrentar o movimento que une todos nós é aceitá-lo. Esse não é mais o seu mundo. É nosso mundo – o mundo do povo.
Somos o Anonymous.
Somos uma legião.
Não perdoamos.
Não esquecemos.
Esperem por nós…”

Por Carla Peralva 
http://blogs.estadao.com.br/link/do-anonymous-para-a-otan/
Blog do estadão