segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

DÚVIDA CABÍVEL...


Por que não tem ONGs no Nordeste seco? 
Vítimas da seca! 10 milhões.
Sujeitos à fome? Sim.
Passam sede? Sim.
Subnutrição? Sim.
ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma!

Índios da Amazônia.
Quantos? 230 mil
Sujeitos à fome? Não
Passam sede? Não
Subnutrição? Não
ONGs estrangeiras ajudando: 350.

Provável explicação:
A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos.

Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres. 




E-mail recebido por Ricardo Severino e postado Via Faceboock

terça-feira, 30 de outubro de 2012

As Eleições em Macapá

                No ultimo domingo ocorreu o 2° turno das eleições municipais em Macapá, disputas históricas já foram o centro das atenções políticas nesta cidade, do Azevedo Costa a o atual prefeito Roberto Góes, e esta de 2012 não deixou de ser interessante.

                Roberto no 1° turno foi o favorito e o vitorioso, e Clécio foi candidato digno que engoliu a candidata Cristina Almeida com uma estratégia que englobava um desgaste partidário através de “movimentos manipulados” (SINSEPEAP). Roberto Góes vinha representando a velha harmonia e rastro da operação mãos limpas, um dos maiores desvios de verba do Brasil. Já Clécio Luis vinha representando uma nova política formada por antigos parceiros da velha harmonia, como Lucas Barreto, Davi Alcolumbre, e por um Senador em destaque nacional, grande formador de opinião política, e considerado por muitos um grande opositor; este aparentemente se tornou afilhado de um dos políticos que mais desprezava (Sarney), contradizendo assim suas atitudes, Senador Randolfe Rodrigues (este não era da velha harmonia). Cristina Almeida foi à candidata de Governo, mas não obteve êxito, pois teve uma votação muito abaixo do esperado, alguns analisam seu fracasso pelo fato de um desgaste provocado pelos adversários, outros acham que ela estava fora do contexto político desta.

                O 2° turno formado por Roberto Góes e Clécio Luis, foi seguido por vários embates, e muitos deles seguidos por inconsistência de respostas do candidato Roberto, e pela habilidade técnica de Clécio em colocar sempre seu adversário em xeque. Mesmo tendo uma diferença grande de capacidade, a disputa era acirrada, Roberto trazia grande parte da super folha da PMM e empresas querendo parte do bolo público; e o Clécio trazia a indignação da população de Macapá. Neste momento vem à parte interessante que viria a levar Clécio a Prefeitura de Macapá. Clécio em primeiro momento recusou de cara o apoio do PSB, com medo da rejeição, ele causou descontentamento com grande parte da militância do PSB, mesmo assim com intuito de construir uma cidade melhor o PSB resolveu apoia-lo e ajudar o candidato rumo a vitória, no final das contas, aqueles que Clécio recusou determinaram sua vitória.

                Hoje Clécio Luis novo Prefeito de Macapá, é apoiado pelo Senador destaque nacional Randolfe Rodrigues, que exibe uma qualidade política ímpar, juntos o grupo do PSOL possui grande intelectualidade (explicitamente sem humildade), e mesmo pensando que muito da velha harmonia esta implícita neste grupo, Clécio Luis é bem melhor que Roberto, e se sua vontade de melhorar Macapá não obscurecer por influencias externas, o Prefeito irá fazer uma boa gestão municipal, por ser e estar rodeada de pessoas qualificadas, assim diz a lógica.

Desejo sucesso na nova jornada de Clécio Luis, torço por isso, Macapá precisa.

domingo, 14 de outubro de 2012

O camaleão – o retorno da harmonia


Há algum tempo atrás quase toda uma quadrilha foi desmantelada, a chamada harmonia do PDT e seu líder Waldez Góes, mas não quero atribuir a pessoa do exgovernador as atrocidades que ocorreram(agora!), mas sim a um grupo, forte e ainda vivo, de qual o Waldez fazia parte, Juntos, o grupo é acusado de desviar aproximadamente 200 milhões de reais, mas há quem diga que chegou a 1 bi o desvio, durante 8 anos de mandato.
Um novo tempo chegou ao Estado do Amapá, a oposição a este grupo da Harmonia ganhou chance de governar o Amapá, com muito mérito, e tornou Camilo Capiberibe o Governador do Estado.

Por um tempo a chamada harmonia foi execrada por seus desmandos e corrupção, foi quase que expurgada, pelo menos foi o que pensamos!

Mas o que realmente aconteceu, foi que como um organismo vivo, corrupto, a harmônio foi se camuflando, se adaptando e sofrendo metamorfoses. O que parecia estar morto, está mais vivo do que nunca, amolando suas garras, para agarrar como um lobo os recursos públicos novamente. Os primeiro indícios foram com a Assembleia Legislativa do Estado, e depois em uma forma muito astuciosa, o uso dos letrados professores formadores de opinião.

Hoje a harmonia esta de volta, e conquistou os 2 maiores municípios do Estado, Santana e Macapá. Em Santana já esta tudo formado, Robson Rocha, filho de Rosemiro Rocha, grande aliado da harmonia, condenado também, coloca lenha no fogo da harmonia, fazendo sua chama aumentar. E em Macapá conquistou o município fazendo um verdadeiro jogo de tabuleiro, ganhou formando dois lados, ambos os lados são ramificações, uma delas com versão alterada da harmonia(Harmonia 2.0).  Roberto Góes é o único remanescente da corrupta harmonia, sua aliança é clara, já Clécio é a harmonia adaptada, ou o cameleão. Clécio tem em maioria os mesmos parceiros harmonia, sobreviventes de uma era corrupta, cito o Dep. Davi, Dep. Milhomem, Rosemiro Rocha, Lucas Barreto, e por que não dizer O Senador José Sarney, todos eles apoiavam a Harmonia de Waldez Góes e companhia.

Desta forma a Harmonia esta de volta, explicita com Robson Rocha e Roberto Góes, e Camuflada feito camaleão com Clécio, com os mesmos parceiros da harmonia de outrora e sustentando pelo setor privado faminto por uma fatia do bolo público. Para quem achou, ou achava que a harmonia estava morta, se enganou, a harmonia esta de volta, viva, entranhada em parcerias, e pronta para tentar colocar suas garras nas entranhas do Estado em 2014, para usurpar novamente o estado do Amapá.  

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Uma realidade das pesquisas políticas.


Sempre nos anos de eleição, os consultores através da contagem, mensurarão a situação quantitativa dos votos, percentual de votos a favor, contra, indecisos e nulos. Essas pesquisas quantitativas esclarecem a situação da “competição” por um cargo político, revelando as colocações dos candidatos.

Mas ultimamente essas contagens não estão tendo êxito, pelo simples fato da manipulação tendenciosa, claramente comprada por partidos politicos. Mas por qual motivo alterar a contagem? O motivo é tentar captar o voto do indeciso e do que tem a necessidade de ganhar. Freud explica que o homem depois de estar completo de suas necessidades, necessita de poder. Desta forma essas pesquisas manipuladas tem o simples intuito de ludibriar o eleitor que tem a necessidade de Ganhar(Poder) e o indeciso.

Por fim, essa é uma contagem inexata, pois não expõe a realidade política de um Estado ou Município, e o candidato que é colocado com baixos índices de votos, vem a ganhar as eleições.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O reflexo no interior Estado


Já é de conhecimento de todos que os 8 anos da gestão do PDT causou um forte impacto negativo na população do Amapá, deixando o Estado em cacos para o próximo gestor. As mazelas deixadas estão em claras no interior do Estado, visivelmente, e o povo interiorano passa por momentos difíceis.

Hoje terminou uma serie de visitas feitas aos municípios do Amapá, passei por Calçoene, Amapá, Pracuuba, Tartarugalzinho, Porto Grande, Pedra Branca, itaubal, Laranjal do Jarí, Vitoria do Jarí e Mazagão. A cada município visitado víamos uma realidade diferente, mesmo tão próximos um dos outros, mas, o que mais chamou minha atenção foi o estado em que se encontram os municípios, a maioria deles com imensa depredação, largados do publico Municipal, como eu gosto de me referi, cidades quebradas, a melhorzinha encontrada, talvez a menor, foi Itaubal, no mais, a maioria esta em pleno abandono urbano.

Municípios sem estrutura de telefonia e internet, saneamento adequado, asfaltamento nem se fale... Hoje é tão fácil urbanizar as cidades pequenas, pavimentar com bloquetes é fácil, rápido, barato e resolve esses problemas, pois são áreas pequenas. Há diversos meios para melhorar a área interiorana do estado, tanto pelo poder executivo municipal quanto pelo estadual.

Pelo que conseguir ver foi que em 8 anos de governo passado(WG-PDT), parece que não houve nem uma política de integração dos interiores, o que aos meus olhos deixou o interior do estado abandonado, sem atração. Hoje há uma necessidade forte de integração dos interiores, o atual governo precisa, e muito, melhorar sua atuação dentro das áreas urbanas e rurais dos Municípios, todo interior esta carente de urbanização e políticas de desenvolvimento. O interior do Amapá tem muito potencial (Agricultura, pesca, pecuária, artesanato, produtos derivados etc.), mas precisa sair do buraco deixado pelo Governo do PDT, e passar a desenvolver melhor no governo PSB(Camilo Capiberibe), para o interior deixar de ser um estorvo cheio de conflitos desenvolvimentista e passar a ser atrativo internamente e externamente, retornando em qualidade de vida aos interioranos. (Acredito que o programa de desenvolvimento sustentável – PDSA seria uma das eficazes ferramentas a ser utilizada neste momento.)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Não é preciso ser mestre para entender!


Passei a infância vendo filmes americanos que mostravam a beleza das cidades dos Estados Unidos, casas bonitas, ruas asfaltadas, praças, calçadas impecáveis, uma organização municipal exemplar. Mas a minha cidade é uma bagunça.

Fico me perguntando o motivo pelo qual a minha cidade não poderia ser igual aquela dos filmes da minha infância, é claro que hoje eu entendo todos os motivos econômicos, o Brasil era uma país em crescimento, mas hoje não vejo uma desculpa para tanta falta de organização por aqui, a não ser a grande corrupção que afeta esse país.

Qualquer analfabeto sabe o preço de 1 metro de areia, uma saca de cimento, do serviço de um pedreiro etc. e que a maioria das obras do serviço público é superfaturada. Grande parte dos municípios brasileiros tem recursos pra deixar sua cidade organizada, limpa, bonita, mais ao invés de fazerem isso os governantes municipais aproveitam pra desvias os recursos para suas campanhas eleitorais, para favorecer um financiador e para seu próprio bolso. Às vezes, só às vezes, eu não consigo entender o motivo dos governantes não aplicarem todo o recurso nas cidades, deixado-as lindas, limpas organizadas, fazendo com que a população tenha qualidade de vida, pois se sabe que uma área que é limpa e possui jardins e espaços públicos bem estruturados melhora a autoestima do cidadão, melhorando sua qualidade de vida. Mas eu lembro que o ser humano é ganancioso e acaba por querer ter o melhor conforto na vida, mesmo que para isso deixe o resto da população sem nada, que nada mais é que o caso da maioria dos políticos.

Eu espero que um dia eu veja minha própria cidade nos moldes daqueles filmes que vi quando criança e que ao visitar outros municípios do meu estado(AP), aprecie pequenas cidades sendo bem cuidadas, pavimentadas, saneadas e organizadas, pois hoje não há desculpa para o caos que se encontrar os pequenos municípios se não o desvio de dinheiro público, e que a cultura de cuidar só de si e o resto que se vire acabe.

 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Veja quanto a PREFEITURA DE MACAPÁ recebeu em transferências constitucionais este ano.

Município: Macapá
UF: AP
Ano: 2012

Mês FPM ITR IOF LC 87/96 LC 87/96-1579 CIDE FEX FUNDEF FUNDEB Total
01
10.694.552,08 765,96 0,00 69.340,07 0,00 250.011,75 0,00 0,00 7.038.217,53 18.052.887,39
02
12.936.685,37 1.904,38 0,00 69.340,07 0,00 0,00 0,00 0,00 8.053.353,85 21.061.283,67
03
8.786.075,34 1.309,17 0,00 69.340,07 0,00 0,00 0,00 0,00 6.276.106,22 15.132.830,80
04
11.073.336,66 425,37 0,00 69.340,07 0,00 165.907,99 0,00 0,00 7.241.288,04 18.550.298,13
05
12.384.743,51 221,16 0,00 69.340,07 0,00 0,00 0,00 0,00 7.747.136,84 20.201.441,58
06
10.568.507,61 2.625,41 0,00 69.340,07 0,00 0,00 0,00 0,00 7.085.351,99 17.725.825,08
07
4.878.220,20 181,70 0,00 0,00 0,00 182.151,92 0,00 0,00 3.028.460,80 8.089.014,62
71.322.120,77 7.433,15 0,00 416.040,42 0,00 598.071,66 0,00 0,00 46.469.915,27 118.813.581,27

A partir de 1998, dos valores do FPM, FPE, IPI-Exportação e ICMS LC 87/96, já está descontada a parcela de 15 % (quinze por cento) destinada ao FUNDEF.

A partir 2007, dos valores do FPM, FPE, IPI-Exportação e ICMS LC 87/96 e do ITR, já estão descontados da parcela destinada ao FUNDEB.

Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional